A Apple anunciou os emojis animados do iPhone X, os animojis, como uma das grandes novidades do iOS 11
em seu novo smartphone. Agora, quando o aparelho finalmente chegou às
lojas, alguém já teve a excelente ideia de usar as figuras para criar
uma espécie de coral de animais no melhor estilo "Cocoricó", o programa
da TV Cultura.
Várias pessoas vêm fazendo isso e os vídeos incluem
versões de clássicos como “Another One Bites de Dust”, do Queen,
“Despacito”, de Luís Fonsi e Justin Bibier, e até “The Lion Sleep
Tonight”, da trilha sonora de “Rei Leão”.
E tenha certeza: isso é só o começo. Com os iPhone X
chegando a um número cada vez maior de pessoas, é bem provável que mais
montagens do tipo (e também outras combinações) sejam postadas no
YouTube e no Facebook.
Se pensarmos ainda que a função deve ser replicada em breve no Android ou em outros aplicativos, temos aí um grande potencial, é só questão de tempo para isso se tornar uma nova mania da internet.
Um novo glitch recém-surgido no Apple Watch
tem causado muitas dores de cabeça para quem quer saber o clima do dia.
Isso porque vários donos do aparelho relataram que o dispositivo
estaria simplesmente “reiniciando” quando eles faziam perguntas simples
para Siri, como “Qual é a temperatura?”, “Qual é o clima?” ou “Está chovendo?”.
O motivo para isso? Infelizmente, ainda nenhuma resposta definitiva surgiu. Mas não faltam relatos vindos de fóruns dedicados a falar da Maçã. De acordo com o site MacRumors, a falha afeta tanto os modelos mais recentes do Apple Watch quanto os modelos mais antigos rodando o watchOS 4.1.
Para
tornar a questão ainda mais curiosa, vale notar que a falha não ocorre
caso você pergunte sobre o clima para dias à frente, mas sim apenas para
dados das condições climáticas atuais. Isso, por sua vez, levantou
teorias de que o problema seja resultado da chegada do horário de verão
em várias regiões dos EUA e Canadá, visto que pedir informações de áreas
não afetadas pela mudança não forçam o aplicativo a reiniciar.
Em
meio a tantas dúvidas, é bem provável que se trate apenas de um pequeno
problema que será corrigido em breve. Resta esperar novidades sobre
correções da falha; até lá, claro, pode não ser a melhor ideia ficar
perguntando do clima da região para seu Apple Watch.
Se você achava que não havia como deixar o novo iPhone X mais caro, a empresa russa de customização Caviar
vem para provar que isso é possível. Chamado de iPhone X Tesla, o
dispositivo tem foco na energia, como o nome já deixa bem claro, e o
grande diferencial dele é a presença de um painel solar embutido.
A
placa figura na parte de trás do aparelho e é toda envolta em bordas de
ouro 24 quilates, reforçando a ideia de luxo do dispositivo modificado.
E tudo isso pode ser seu por cerca de US$ 4,5 mil (modelo de 64 GB)— o
preço original é de 259 mil rublos, cerca de R$ 15 mil em conversão
direta. O modelo de 256 GB é ainda mais caro: cerca de US$ 4,7 mil (ou
R$ 15,5 mil).
Apesar das modificações, as imagens mostram um iPhone X “convencional”,
com uma espessura próxima da original e sem qualquer prejuízo no quesito
portabilidade. É claro que a adição de um painel solar é um exagero e
pode ser realmente útil apenas quando você for acampar em um lugar onde
definitivamente não será possível conseguir uma tomada para devolver a
energia à bateria do smartphone.
E mesmo assim ainda é preciso ponderar muito sobre se vale realmente a
pena desembolsar toda essa quantia para ter um iPhone capaz de
transformar a luz do sol em carga de bateria.
O iPhone X é um aparelho bonito, por mais que algumas pessoas torçam o
nariz para o entalhe no topo da tela onde ficam as lentes e flashes
frontais do dispositivo. Ele também tem ótimos recursos e, bem, é
caríssimo, custando a partir de US$ 1.000 lá fora e incríveis US$ 7.000
aqui no Brasil.
Diante de toda essa combinação entre beleza, preço
e recursos, a pergunta que fica é: ele é resistente a riscos e quedas?
Sim e não. De acordo com testes já realizados com o dispositivo, ele
mantém a tradição do iPhone e se dá relativamente bem contra riscos de
chaves e até coisas mais pesadas, como facadas (especialmente na sua
parte traseira), mas evite mais do que nunca derrubar o seu celular no
chão se você for dono de um iPhone X.
Queda simples = necessidade de reparo
De acordo
com Vanessa Hand Orellana, repórter do site CNET, uma queda de costas
de cerca de 90 cm de altura, mais ou menos a altura média do bolso de um
adulto, foi o suficiente para danificar de forma severa o aparelho.
“O
vidro de três dos quatro cantos quebrou em diferentes níveis de
gravidade e estragou o lado do suporte da câmera”, escreve ela em sua
análise de resistência do iPhone X. Até mesmo a borda de aço foi
levemente danificada já na primeira queda, aumentando a frustração.
No segundo teste, Orellana derrubou o dispositivo da mesma altura,
porém com a parte da frente sendo a primeira a fazer contato com o solo.
Diferente do que ocorreu na primeira vez, agora o iPhone X não quicou, o
que “concentrou” o dano à parte inferior da tela — além, é claro, de
ampliar as rachaduras da parte traseira do portátil.
Riscos nem sempre serão um problema
Se
o iPhone X não se dá muito bem com quedas, os riscos nem sempre devem
ser um problema. Orellana relata que raspou as costas e a borda do
dispositivo com uma chave e isso praticamente não causou qualquer dano.
Apenas ao esfregar uma lixa ela foi capaz de criar marcas no aparelho,
especialmente na versão Space Gray.
Em outro teste, o canal do
YouTube TechRax coloca o dispositivo da Apple sob um estresse intenso e
que, convenhamos, ele não deve enfrentar no dia a dia. Após ser
“atacado” com inúmeras facadas na sua parte traseira, o gadget se mantém
praticamente intacto, sem nenhum ferimento notável.
Neste mesmo vídeo, o autor desfere algumas marteladas sutis contra a
tela, o que pode simular uma queda de uma altura mais baixa. Apenas na
terceira vez (e quando o martelo pega na parte inferior do display) é
que ele quebra.
Tudo isso confirma um trabalho mal feito da Apple
quanto à estrutura do seu novo smartphone? Claro que não. Ser frágil não
é um “privilégio” do iPhone X, portanto, fica a dica: não se esqueça de
comprar um capa protetora para ele a fim de evitar maiores dores de
cabeça.
A Apple identificou recentemente um problema que está afetando alguns
dispositivos da linha Apple Watch Series 3. De acordo com o relatório
interno da empresa da maçã, a falha está causando o surgimento de
listras no canto da tela do smartwatch.
Conforme publicou
o 9to5Mac, as listras ficam mais aparentes ao desativar a tela do
wearable. Também foi constatado que o Apple Watch Series 3 com GPS foi o
mais afetado pela falha, uma vez que a própria Apple não menciona o
modelo LTE no relatório.
Ao que parece, o problema é bem pontual e está afetando apenas um número limitado de donos do Apple Watch Series 3.
Para
lidar com o a falha, a Apple divulgou algumas medidas que devem ser
feitas para que os lojistas identifiquem a falha na tela:
"O
processo da Apple de inspecionar o dispositivo para o problema das
faixas na borda da tela inclui o ato de o cliente esfregar o dedo ao
longo do visor enquanto ele está desligado e tornar as listras mais
fáceis de serem identificadas. Caso isso não funcione, o representante
da loja deve solicitar ao cliente que ele respire na borda da tela para
criar umidade ou neblina para que a inspeção seja feita novamente."
Caso
o problema seja confirmado, o cliente tem o direito de acionar a
garantia do fabricante para que sejam feitos os reparos necessários.
Segundo o comunicado da Apple, até o momento a empresa não está
realizando o devido reparo dos smartwatches afetados pelo problema,
efetuando apenas a substituição dos wearables com defeito por um novo.
não há dúvidas de que a Apple está pensando em formas de incluir novas tecnologias às telas de seus aparelhos. Em fevereiro deste ano, por exemplo, a empresa registrou uma patente para um leitor de digitais que funciona na tela inteira, e agora é a vez de termos acesso a um novo registro da Maçã.
De acordo com o documento, iPhones lançados futuramente podem trazer um leitor de digitais sob a tela, e este usaria um sistema de imagem acústica para fazer a leitura da sua digital. A patente menciona que esse novo sensor não precisaria entrar em contato direto com o dedo do usuário, e contaria com um grupo de transdutores acústicos que seriam capazes de enviar sinais piezoelétricos para o topo e essas ondas seriam usadas no leitor de digitais.
Caso esteja curioso para ter uma ideia de como esse sistema vai funcionar, é possível observar algumas imagens retiradas diretamente do documento da patente na galeria que está na sequência:
Futuro iPhone pode ter tela com leitor de digitais que usa imagem acústica
Não é tão fácil
Entretanto, desenvolver algo do gênero pode trazer algumas dificuldades e limitações, já que esses componentes piezoelétricos operam em altas voltagens e estão sujeitos a grandes picos de correntes. Para resolver essa questão, a Maçã planeja recorrer a um sistema de controles integrados para os transdutores que podem operar de forma independente tanto no modo sensitivo quanto no drive.
Vale mencionar que a simples menção dessa patente não confirma que um suposto iPhone 9 pode chegar às lojas com esse recurso, apenas uma ideia que pode ou não ser utilizada algum dia.
Responsável por revolucionar a indústria dos smartphones e também a forma como consumimos e ouvimos música, graças ao iPhone e ao iPad, a Apple também tentou entrar no universo dos videogames, mas enfrentou um enorme fracasso. Em 1996, a Maçã lançou no Japão e nos Estados Unidos um console chamado Apple PipPin, e seu preço salgado foi um dos primeiros motivos para a tragédia.
O aparelho chegou custando US$ 599, valor muito superior ao que era cobrado pelo PlayStation 1, Sega Saturn e Nintendo 64 na ocasião de seus lançamentos. Além disso, um catálogo com pouquíssimos jogos não atraiu a atenção do público, e o console era baseado na segunda geração dos Power Macintosh com um processador Power PC 603 de 66 MHz, drive de CD com quatro velocidades, modem de internet embutido e sem nenhum tipo de trava regional — coisa que não é padrão em consoles até os dias atuais.
Na verdade, a companhia de Cupertino não pretendia lançar o PipPin por conta própria. O console foi licenciado para a Bandai, e mais tarde a Katz Media também começou a produzi-lo. Foram fabricadas aproximadamente 100 mil unidades do aparelho, que registrou um total de 42 mil vendas. Em maio de 2006, o console foi colocado na 22ª posição na lista dos “piores produtos de todos os tempos”, elaborada pela PC World Magazine.
Como era o PipPin por dentro
Seu hardware era composto pelo processador mencionado acima, além de 5 MB de memória RAM para o sistema e vídeo, armazenamento acessível de 128 Kb, com possibilidade de expansão com cartões de 2 a 16 MB, leitor de CR-ROM de quatro velocidades, duas portas seriais de alta velocidade, slot de expansão compatível com PCI e duas entradas “AppleJack” com acabamento emborrachado.
Quanto a parte audiovisual, o console suportava vídeos em 8 e 16 bits, com suporte para monitores NTSC e PAL, além de S-Video e VGA, saída e entrada de áudio Stereo de 16-bit 44 kHz, saída de fones de ouvido e compatibilidade com CDs de áudio.
Já o software do PipPin era incluso nos CDs, e as produtoras ficavam livres de se preocupar com questões quanto à compatibilidade com o sistema operacional do console. Ele suportava até quatro jogadores simultâneos graças ao Apple Desktop Bus (ADB), e, em sua caixa, vinha o console, um controle, alguns discos com demos e drivers, adaptador de modem e cabos de áudio, vídeo e força.
Fracasso total
Apesar de não ser exatamente um console ruim, o fracasso do PipPin também se deu por conta de uma péssima estratégia de marketing, que ficou sob responsabilidade da Bandai, que já tinha experiência no ramo dos jogos eletrônicos graças ao recém-lançado Playdia.
Com o PipPin, a Apple pretendia inicialmente lançar um “computador multimídia” mais barato do que seus computadores, com ares de videogame. No entanto, a concorrência esmagou qualquer possibilidade de o videogame da Maçã dar certo no mercado da época, mesmo sendo mais fracos tecnologicamente falando.
O Apple PipPin foi descontinuado em 1997 assim que Steve Jobs retomou à chefia da companhia, mas a Bandai seguiu oferecendo suporte para seus usuários até 2002. O console recebeu somente 18 jogos nos EUA e cerca de 80 no Japão, como Super Marathon, Power Rangers Zeo Vs. The Machine Empire e Racing Days. Pelo fato de o console ser praticamente um computador, todos os seus jogos eram compatíveis com os Mac da época, então podemos entender, ainda, por que muitos usuários Mac da década de 1990 possam ter preferido simplesmente comprar os jogos de maneira avulsa, sem adquirir o console para poder jogar.
um rumor sobre a próxima versão do sistema mobile da Apple desde o início do ano vem ganhando mais força. Em suma, as informações dão conta de que o iOS 11 deve deixar de oferecer suporte para aplicativos de 32-bits e, com isso, 187 mil aplicativos da App Store não seriam mais compatíveis com iPhone, iPod touch e iPad depois da atualização.
Apesar de vir notificando alguns usuários sobre a incompatibilidade de aplicativos de 32-bits no sistema operacional, a Maçã não alertou de forma sistemática os desenvolvedores, os únicos capazes de atualizar os programas. Com isso, com a chegada do iOS 11 provavelmente na primeira metade de setembro, cerca de 8% dos apps disponíveis na App Store poderão se tornar completamente inúteis.
Esse movimento já vem sendo ensaiado pela Apple há algum tempo, mais precisamente desde que a companhia lançou o iOS 10.3. Nesta versão, o sistema operacional apresenta uma divisão na listagem de apps que indica exatamente qual a versão do aplicativo instalado em seu aparelho.
Se essa possibilidade se confirmar, 8% de todos os aplicativos disponíveis na App Store não serão compatíveis com o iOS 11
A Sensor Tower, empresa que fez esse levantamento junto do site Business Insider, garante que os aplicativos de 32-bits não serão removidos da App Store de forma imediata assim que a atualização acontecer. Isso porque quem continuar na versão atual do sistema ainda terá acesso pleno a esse tipo de aplicação. Mas, como a Apple já vem fazendo, é bem provável que eles sejam retirados da loja em algum momento.
Se você está em dúvida se alguns dos aplicativos instalados em seu dispositivo são de 32-bits ou 64-bits, basta acessar as configurações do sistema, ir em “Geral”, depois em “Sobre” e por fim em “Aplicativos”. Ali é possível conferir essas informações e, caso um aplicativo não vá ser compatível com o iOS 11, você já pode começar a busca por alguma alternativa.