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Operadora norte-americana testa internet de 1 Gb por segundo via rede elétrica

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 /
A operadora norte-americana AT&T anunciou o lançamento do primeiro serviço de distribuição de internet através da rede de energia, que está sendo testado em uma área no estado da Geórgia.
Conforme relata o Android Authority, o AirGig usa um sinal de onda milimétrica, que possui uma faixa de transmissão maior do que as encontradas nas linhas tradicionais de telefonia e fibra. Com isso, é possível atingir uma velocidade de até 1 Gb por segundo ao transmitir dados em frequências entre 30 GHz e 300 GHz.
Uma vez que o sinal é transmitido através de rede de energia elétrica, não há necessidade de criar novas infraestruturas para oferecer velocidades mais rápidas aos clientes existentes. Além disso, as pessoas que moram em áreas rurais ou afastadas e que não possuem internet de alta velocidade, podem ter acesso ao serviço. 

Google testa comparador de celulares embutido na plataforma de busca

segunda-feira, 6 de novembro de 2017 /
Provavelmente você já utilizou a busca do Google para buscar informações sobre um produto que pretendia comprar. A pesquisa, claro, é essencial para encontrarmos os melhores preços e as características que combinam com as necessidades. A companhia de Mountain View obviamente sabe disso e vem testando a comparação de dispositivos móveis embutida na plataforma.
A empresa já vinha dando mais atenção ao cenário mobile e agora esse projeto parece ter se expandido com a nova ferramenta. Para acessar, é simples, basta inserir os dois aparelhos desejados com o famoso “vs” de “versus” no meio. Algo como “Pixel 2 vs Pixel 2 XL”. Os resultados trazem colunas com os principais dados de cada um — preço, cor lançamento e tamanho de display — e a possibilidade de destacar as maiores diferenças entre cada um.
A ferramenta também funciona tanto na versão para Android quanto na desktop, contudo, ao que parece somente um grupo bem limitado de usuários é que vem tendo acesso nesse período de experiências. Ainda não há previsão de quando todo mundo poderá desfrutar a novidade.


“Robôs” seriam responsáveis por 60% de todo tráfego da internet brasileira

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Uma pesquisa realizada pela Abrahosting (Associação Brasileira das Empresas de Infraestrutura e Hospedagem na Internet) estimou que cerca de 60% de todo o tráfego de dados que atinge a estrutura de provedores brasileiros é constituído por mensagens e interações geradas por códigos robóticos (bots). Este percentual inclui tanto mensagens de e-mail e solicitações de acesso originadas a partir de bots "benignos" quanto a partir de redes de máquinas escravizadas (as botnets), que transformam computadores de usuários inocentes em “estruturas zumbis” para a propagação em massa de malwares ou links de propaganda invasiva.
Segundo os participantes do estudo, desse tráfego gerado pelos robôs, algo em torno de 45% é de natureza inofensiva, como gerenciadores de busca por palavras-chave ou verificadores de versões de software para atualização. Contudo, todo o resto (55%), resulta de eventos maliciosos, como a disseminação de spam ou a geração de links em cascata, seja para ludibriar usuários desavisados ou para influenciar sistemas analíticos de modo a inflar a medição de audiência de sites ou publicações.

Os robôs vão dominar a internet

De acordo com Vicente de Moura Neto, presidente da Abrahosting, a presença de interações robóticas tende a crescer e predominar amplamente no tráfego da Internet. Entre os motivadores da tendência estão o crescimento das redes sociais, os games robotizados e o rápido avanço dos sistemas de atendimento por "chatbots" ou bots de instrução, que emulam a linguagem humana para substituir atendentes (ou tutores) em áreas como vendas, suporte técnico, roteirização urbana e até ensino à distância.
Os bots já não interagem apenas com os humanos, pois há um crescente movimento de comunicações de bot para bot que se tornará ainda mais visível
"O uso de software analítico começa a se tornar quase banal e a impulsionar a nova classe de aplicações cognitivas. Os bots já não interagem apenas com os humanos, pois há um crescente movimento de comunicações de bot para bot que se tornará ainda mais visível com a proliferação da Internet das Coisas", alertou Moura Neto em comunicado oficial da Abrahosting.
O questionário da pesquisa sobre Tráfego de Robôs foi enviado para uma base de provedores de hospedagem que concentram cerca de 60% de todo o tráfego da internet brasileira. Entre os participantes estão provedores de serviços de valor agregado em nuvem específicos para grandes empresas, e grandes concentradores de serviços múltiplos de hospedagem.

O que fazem

Segundo Rafael Abdo, gerente de segurança da Locaweb, o reconhecimento de robôs é um dos pontos estratégicos das ações de segurança envolvendo diferentes recursos, como a análise dos padrões de comportamento, que leva em conta a frequência de acessos a sites ou a qualquer outro dispositivo de rede.
"O uso de robôs na internet é evidente. Um computador recém-conectado à rede já receberá tentativas de conexão em poucas horas, mesmo que nunca tenha sido divulgado. Outra situação comum é a coleta e o processamento, por robôs, de informações para os mais diversos fins, sem o necessário conhecimento prévio do usuário", explica Abdo.
As modalidades de bots que mais causam danos na rede são as que realizam ações de data mining
Ainda segundo a Abrahosting, as modalidades de bots que mais causam danos na rede são as que realizam ações de data mining, para mapear contas de usuários e clonar suas identidades para a prática de fraudes. Além dessa engenharia social, há também os que empregam computação em cluster (a partir de botnets) para violar chaves de acesso por "stress", ou seja, pelo uso de milhões de combinações por segundo até a quebra da senha.
As empresas associadas à Abrahosting, segundo a organização, devem gastar até o fim de 2017 algo em torno de R$ 90 milhões em segurança para manter o controle do tráfego e se proteger contra ameaças robóticas na web. Isso, entretanto, não quer dizer que você esteja seguro na rede. É muito importante sempre observar o remetente de links enviados a você por email/mensageiros bem como suspeitar de mensagens que solicitam seus dados para qualquer tipo de confirmação. Se você quiser saber mais sobre phishing e diminuir as chances de cair em um golpe, confira nossa publicação específica sobre o assunto.

Google agora é capaz de comparar dispositivos móveis

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A ferramenta de busca do Google está recebendo uma nova função que permite a comparação de aparelhos móveis.
Segundo a publicação do AndroidPolice, apenas alguns usuários estão conseguindo acessar a nova ferramenta, capaz de organizar as principais informações e especificações técnicas em diversos tópicos de comparação.
Conforme é possível notar nas imagens, ao digitar o nome de dois modelos de aparelhos com um "vs" entre eles em uma busca, o Google exibe a opção "Destacar diferenças" (Highlight differences) na parte superior da tela. Quando ativada, ela redireciona o usuário para uma planilha que lista as principais características e especificações dos smartphones lado a lado.
Ainda de acordo com o relato de alguns usuários, o novo recurso permite a comparação entre apenas dois aparelhos.
Até o momento não houve nenhum anúncio ou pronunciamento oficial da Google a respeito deste novo comparador de smartphones no buscador, muito menos sobre quando ele deve ser liberado a todos os usuários do serviço.
Fonte: GSMArena

Você sabe se comportar de maneira segura no mundo digital?

quarta-feira, 1 de novembro de 2017 /
Dentro e fora do ambiente corporativo, seja em computadores pessoais, redes ou smartphones, os riscos e armadilhas do ambiente digital estão presentes em nosso dia a dia. Um mundo novo, cada vez mais admirável, mas também proporcionalmente mais perigoso e hostil para aqueles que não se preparam e não utilizam da maneira correta a web — ou sistemas — e suas mais diversas possibilidades.
Os cuidados podem começar pela instalação de antivírus básicos. Atitude simples, mas negligenciada por 10% dos computadores conectados à internet em plena idade mídia. Soma-se a isso, o uso de senhas frágeis e o hábito de alguns usuários, na ânsia por segurança adicional, permitirem mais de um software de proteção rodando ao mesmo tempo nas máquinas, causando lentidão e, claro, a sobreposição de funcionalidades, o que pode, inclusive, comprometer o funcionamento dos antivírus.
Se em redes domésticas e/ou computadores pessoais o risco é iminente, o que dizer dos múltiplos riscos a que os sistemas de TI estão permanentemente expostos?
Segundo estudo da FireEye, divulgado em 2015, os ataques avançados a redes de computadores brasileiras são as maiores e mais bem-sucedidos da América Latina. Os setores químico, de manufatura e mineração são as principais vítimas dos cibercriminosos. Motivo de sobra para ficarmos atentos e redobrarmos a atenção, além de implementar soluções de segurança, acesso e gestão confiável de dados e arquivos, bem como de quem os visualiza e/ou edita.
Em um momento de crescente e mais do que necessária democratização de dados, salvar, compartilhar, editar e acessar arquivos remotos é algo absolutamente vital para empresas de todos os portes, dos mais variados mercados. Mas como fazer isso com segurança?
Existem ferramentas acessíveis e muito funcionais, que permitem a gestão e o controle de acesso a locais específicos, definindo com clareza e deixando o registro de quem pode acessar e editar determinadas informações, com a emissão de alertas para atividades suspeitas, geração de relatórios e sugestão de correções.
Com a correta gestão de privilégios, atualização e manutenção dos sistemas e aplicações de segurança, tudo funcionará melhor, e os preciosos dados de sua empresa estarão salvaguardados e íntegros.

Mayweather vs McGregor quebra recordes em streaming ilegal

terça-feira, 29 de agosto de 2017 /
Imagem de Mayweather vs McGregor quebra recordes em streaming ilegal no tecmundo

a disputa entre os lutadores Mayweather e McGregor no ringue de boxe atingiu números absurdos no que diz respeito ao streaming ilegal. Segundo a companhia de segurança digital Irdeto, é estimado que 2,9 milhões de espectadores tenham acompanhado a luta entre ambos através de um total de 239 transmissões ilegais no último sábado (27).
Em comparação aos números médios de transmissões para outras lutas, a diferença é abismal. A luta em que Anthony Joshua tomou o título de campeão peso-pesado no Boxe, por exemplo, teve um total de apenas 200 mil espectadores e 19 transmissões piratas – ou seja, mais de dez vezes maior.
“Essa é uma das lutas de boxe mais pirateadas, se não a mais pirateada, que nós já vimos”, afirmou Mark Mulready, vice-presidente de ciberserviços da Irdeto, em uma declaração feita nesta segunda-feira (28), segundo o site CNet.
Vale notar que a luta teria sido transmitida ilegalmente pelas mais variadas plataformas possíveis, indo de redes sociais como Facebook, Periscope, Twitch e YouTube, até sites dedicados a transmissões ilegais. Ao menos nos primeiros casos, os streamings foram derrubados logo que surgiam nos serviços.

Taylor Swift estreia novo videoclipe e quebra recorde do YouTube

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Imagem de Taylor Swift estreia novo videoclipe e quebra recorde do YouTube no tecmundo

os fãs já estavam ansiosos por uma novidade e ela veio de forma assombrosa. Taylor Swift acaba de o videoclipe de seu mais novo single, “Look What You Made Me Do”, e já bateu um recorde no YouTube. Ainda distante das mais de 3,4 bilhões de visualizações de “Despacito”, o novo lançamento de Swift alcançou a incrível marca de 31 milhões de visualizações nas primeiras 24 horas após ser publicado.
Com isso, o clipe ultrapassa a marca estabelecida pelo vídeo de “Hello”, de Adele, de 2015, que foi visto 27,7 milhões apenas no primeiro dia depois de sua postagem. Enquanto essa notícia era escrita, porém, o vídeo já havia ultrapassado a marca das 51 milhões de visualizações, desempenho considerável e que já coloca o clipe de Taylor Swift como um dos candidatos a superar a obra de Luís Fonsi e Daddy Yanke como o mais visualizado do YouTube em todos os tempos. Falando nisso: Taylor Swift azedou a Apple Music após mudança para Spotify 
“Despacito” levou apenas sete meses para ultrapassar rivais de peso como “Gangnam Style”, de Psy, e “See You Again”, de Wiz Khalifa e Charlie Puth. Será que “Look What You Made Me Do” consegue superar essa façanha em menos tempo?

Internautas chineses não vão poder mais publicar de forma anônima

segunda-feira, 28 de agosto de 2017 /
Internautas chineses não vão poder mais publicar de forma anônima

Os internautas chineses sofreram outro golpe das autoridades que administram a política digital do país asiático. A partir de 1º de outubro, não será mais possível publicar de forma anônima na internet.
A nova decisão é a mais recente no movimento do governo para apertar o controle sobre o uso da internet no país.
De acordo com a Administração do Ciberespaço da China, redes sociais e fóruns de discussão terão que verificar a identidade real dos usuários registrados antes que eles tenham permissão para publicar qualquer coisa em suas plataformas.
Segundo um jornal chinês, os comentários publicados em site de notícias também devem ser revisados pelo veículo antes de serem aprovados.
Como consequência da medida, o Zhihu, um site de discussão como o Quora, já começou a pedir aos usuários que verifiquem suas identidades com seus números de celulares (que estão ligados aos cartões de identidade das pessoas). É o método de checagem em duas etapas adotado como prática de segurança atualmente.
Quem se recusar a fazer a conferência não poderá postar na internet.
A alegação da Administração de Ciberespaço é que a medida visa a enfrentar as notícias falsas. Para a entidade de controle chinês, os comentários on-line deram origem à disseminação de rumores falsos, erros de linguagem e informações ilegais.
A única repercussão da medida encontrada em redes como Weibo, a versão censurada do Twitter na China, foi de aprovação. 
"Esta decisão deveria ter sido implementada há anos", escreveu um usuário do Weibo.
"A liberdade de expressão não significa que você é [uma] responsável [pessoa]. Ser responsável com o seu discurso é a verdadeira liberdade!", escreveu outro usuário.

Sem streaming e VPN

Esta nova decisão é apenas uma das muitas que a China implementou nos últimos meses em uma tentativa de repressão à liberdade de expressão on-line.
Em julho, foram lançadas duas medidas: proibição de live streaming e bloqueio ao acesso de redes privadas virtuais (VPN).
Muitos internautas em toda a China confiam em provedores de VPN para acessar sites estrangeiros populares que estão bloqueados no país, como Google, Facebook e Twitter.
Fonte: Mashable

25 de agosto: o dia em que um erro da Google 'ferrou' a internet no Japão

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Internet

Moradores do Japão passaram por maus bocados ao tentar acessar a internet na sexta-feira (25). Segundo informações divulgadas pelo site The Asahi Shimbun, um erro da Google fez com que usuários dos serviços oferecidos pela NTT Communications e pela KDDI Corp. (duas das maiores provedoras de internet na terra do Sol Nascente) experimentassem alguns problemas em suas conexões.
Por volta de pouco mais de 12h, a Gigante das Buscas comentou um deslize ao acidentalmente “ferrar” um Border Gateway Protocol (BGP) por conta de alguns dados errados enviados ao Verizon, o que acabou fazendo com que metade do país experimentasse erros como impossibilidade de se conectar à rede e velocidades de navegação mais lentas.
“Enviamos algumas informações erradas para a rede e, como resultado, alguns problemas aconteceram. Modificamos a informação errada para a correta em oito minutos. Pedimos desculpas se isso causou alguma inconveniência e ansiedade (entre os usuários de internet)’, comentou um funcionário da Google ao The Asahi Shimbun.
Enviamos algumas informações erradas para a rede e, como resultado, alguns problemas aconteceram
Também houve a menção de que os serviços foram normalizados para os clientes da NTT Communications e KDDI Corp. por volta de 13h do mesmo dia. Entretanto, aqueles que contrataram outras companhias ainda sofreram um pouco mais com essa falha, sendo que alguns só conseguiram reestabelecer as conexões depois das 15h50.

Investigação

A falha cometida pela Google levou o ministério de assuntos internos e comunicações do Japão a começar uma investigação que fosse capaz de responder qual foi a causa exata do problema. Houve a confirmação de que isso realmente está associado a uma falha de configuração, e que esse é um tipo de erro fácil de cometer.
“É fácil fazer erros que configurações que geram incidentes como esses. Neste caso aparentemente o erro de comunicação ou problema de software na rede da Google levou a anunciar de maneira inadvertida milhares de prefixos para a Verizon, [o que] por sua vez propagou o vazamento para vários de seus peers”, diz o documento da investigação.
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