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Empresa japonesa vai pagar parte dos salários dos funcionários com bitcoins

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017 /
A impressionante valorização de quase 1.000% em um ano da bitcoin tem feito muitas pessoas apostarem na criptomoeda como puro valor especulativo, mas há quem ainda acredite em seu potencial de substituir o dinheiro comum com o qual estamos acostumados.
É o caso da GMO Internet, uma provedora de rede japonesa que anunciou nesta semana que vai pagar parte dos salários de seus funcionários em bitcoin. A nova modalidade de pagamento começa a valer em fevereiro.
Em comunicado compartilhado pelo CoinDesk, a GMO disse que quer "contribuir para o desenvolvimento de moedas virtuais no mundo". A dona da companhia disse também que pretende expandir o programa para outras empresas do grupo em breve.
O pagamento em bitcoin será feito apenas para o funcionário que desejar. Cada um poderá escolher receber o equivalente entre 10 mil e 100 mil ienes em bitcoin, o que corresponde a algo entre R$ 290 e R$ 2.900.
Além disso, quem optar por receber uma parte do salário em bitcoin vai ganhar também um bônus em criptomoedas para continuar investindo nesse segmento, como uma espécie de "incentivo", disse a GMO. Hoje, uma unidade de bitcoin vale cerca de US$ 19 mil.

Bitcoins batem novo recorde e passam a valer mais de R$ 23 mil

quarta-feira, 1 de novembro de 2017 /
Os desafios regulatórios e banimentos em países asiáticos parecem não terem sido suficientes para barrar o franco crescimento das Bitcoins, que nesta quarta-feira (01) opera novamente no maior valor de sua história. No momento em que esta reportagem é escrita, a unidade da moeda já ultrapassa a marca dos R$ 23,6 mil.
O motivo para a empolgação de analistas e investidores é o anúncio feito pelo CME Group, que lançará negociações com o criptodinheiro ainda neste quarto trimestre. Uma das maiores operadoras de derivativos do mundo, a empresa marca também a entrada das moedas virtuais em um mercado mais tradicional no mundo financeiro.
A entrada das Bitcoins no setor de negociações de futuros, claro, ainda depende de regulações e aprovações, mas, como uma das maiores empresas do ramo no mundo, a CME parece confiante no sucesso da empreitada. Mais do que isso, a ideia é passar à frente da CBOE, operadora de câmbio que é sua principal concorrente e que também já disse pretender lançar opções em moedas virtuais até o fim de 2017.
Na prática, a entrada das Bitcoins no mercado de futuros dá maior segurança a investidores, que passam a contar com salvaguardas diante da gigantesca flutuação de preços das moedas virtuais. Hoje, ela varia em direção ao crescimento, chegando a valer, por exemplo, mais do que o dobro do registrado no mês passado. Mas, ao mesmo tempo, o contrário também pode acontecer e é justamente quanto a essa volatilidade que as casas de câmbio desejam apresentar proteções.
Além disso, a regulamentação e chegada ao mainstream abre novas opções não apenas para companhias, mas também pessoas físicas que querem investir em Bitcoins. O foco aqui acaba sendo o mesmo, mas, ao estarem atreladas a um nome de renome no mundo dos negócios, o criptodinheiro ganha força e deve se valorizar ainda mais.
A boa notícia vem logo depois de uma onda de negatividade, com o banimento de todas as negociações em Bitcoins na China e somente de pagamentos com as moedas no Vietnã. Outros países, como a Coreia do Sul e a Rússia, também já sinalizaram estarem caminhando em sentido semelhante.
Fonte: Reuters

Bitcoins batem novo recorde e passam a valer mais de R$ 23 mil

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Os desafios regulatórios e banimentos em países asiáticos parecem não terem sido suficientes para barrar o franco crescimento das Bitcoins, que nesta quarta-feira (01) opera novamente no maior valor de sua história. No momento em que esta reportagem é escrita, a unidade da moeda já ultrapassa a marca dos R$ 23,6 mil.
O motivo para a empolgação de analistas e investidores é o anúncio feito pelo CME Group, que lançará negociações com o criptodinheiro ainda neste quarto trimestre. Uma das maiores operadoras de derivativos do mundo, a empresa marca também a entrada das moedas virtuais em um mercado mais tradicional no mundo financeiro.
A entrada das Bitcoins no setor de negociações de futuros, claro, ainda depende de regulações e aprovações, mas, como uma das maiores empresas do ramo no mundo, a CME parece confiante no sucesso da empreitada. Mais do que isso, a ideia é passar à frente da CBOE, operadora de câmbio que é sua principal concorrente e que também já disse pretender lançar opções em moedas virtuais até o fim de 2017.
Na prática, a entrada das Bitcoins no mercado de futuros dá maior segurança a investidores, que passam a contar com salvaguardas diante da gigantesca flutuação de preços das moedas virtuais. Hoje, ela varia em direção ao crescimento, chegando a valer, por exemplo, mais do que o dobro do registrado no mês passado. Mas, ao mesmo tempo, o contrário também pode acontecer e é justamente quanto a essa volatilidade que as casas de câmbio desejam apresentar proteções.
Além disso, a regulamentação e chegada ao mainstream abre novas opções não apenas para companhias, mas também pessoas físicas que querem investir em Bitcoins. O foco aqui acaba sendo o mesmo, mas, ao estarem atreladas a um nome de renome no mundo dos negócios, o criptodinheiro ganha força e deve se valorizar ainda mais.
A boa notícia vem logo depois de uma onda de negatividade, com o banimento de todas as negociações em Bitcoins na China e somente de pagamentos com as moedas no Vietnã. Outros países, como a Coreia do Sul e a Rússia, também já sinalizaram estarem caminhando em sentido semelhante.
Fonte: Reuters

Alguns apps da Google Play estão minerando criptomoedas em segredo

terça-feira, 31 de outubro de 2017 /
Achava que estava totalmente protegido de ameaças e dos recentes, mas temidos, malwares para a mineração de Bitcoins? Pois é melhor pensar novamente. Novas descobertas feitas pela Trend Micro revelaram que alguns apps disponíveis na Google Play Store estão usando uma injeção de código para permitir que seus desenvolvedores possam lucrar minerando criptomoedas nos aparelhos de quem instalar os softwares.
Os softwares em questão podem ser conferidos na imagem abaixo, sendo estes um app de rosário e outro um para acumular descontos em lojas e serviços. Ambos utilizam um JavaScript Coinhive para ativar a mineração, e geraram em torno de 170 dólares em lucros para um dos desenvolvedores durante um período indeterminado, segundo as análises de algumas amostras da companhia.
A boa notícia é que, logo que os relatos sobre o assunto surgiram, a Google tratou de tirar os aplicativos do ar. Mesmo assim, isso fica como uma lembrança preocupante de que nossos smartphones nunca estão 100% protegidos – principalmente se você não tomar muito cuidado com o que baixa em seu dispositivo.

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